Estacionamento urbano visto de cima, com as fileiras de vagas separadas por canteiros arborizados e avenidas dos dois lados

Mobilidade urbana

Estacionamentos e terminais urbanos

O estacionamento lotou, a fila da cancela avançou sobre a rua, ou o terminal virou gargalo na hora de pico. Cada situação abaixo pede um tipo diferente de estudo.

Pular a cena

Dimensionamento

Como o dimensionamento é feito

O dado de entrada é quase sempre o mesmo, levantado em campo antes de qualquer conta.

  1. 01

    Ocupação

    Quantas vagas estão em uso a cada intervalo do dia. O horário de pico do próprio estacionamento raramente coincide com o pico da via.

  2. 02

    Tempo de permanência

    Quanto tempo cada veículo fica na vaga, e é essa distribuição que converte número de vagas em rotatividade.

  3. 03

    Contagem na entrada e na saída

    A mesma leitura que sustenta a contagem de veículos em qualquer estudo de tráfego, aqui aplicada ao pátio em vez da via.

  4. 04

    Chegada distribuída ao longo do pico

    No terminal, soma-se o tempo de atendimento na baia e a geometria interna. A chegada concentrada de mais de uma linha é o que satura a plataforma.

Plano de mobilidade

Onde isso entra no plano de mobilidade urbana

Cruzamento urbano visto de cima, com vagas na via pública perpendiculares e paralelas ao meio-fio
  1. 01

    Conteúdo mínimo

    A Lei 12.587/2012 lista área de estacionamento público e privado entre os itens de conteúdo mínimo do Plano de Mobilidade Urbana (PMU). O item fica ao lado de carga e polo gerador, olhando a década inteira.

  2. 02

    Projeto próprio

    Vira projeto próprio quando o problema já tem endereço: um terminal sobrecarregado, ou um pátio com fila que avança sobre a rua. Nesse caso o levantamento é o mesmo: ocupação, permanência e contagem, aplicado a um único endereço.

Nem toda prefeitura precisa dos cinco tipos de estudo ao mesmo tempo. Veja o restante da oferta em mobilidade urbana e políticas públicas.

Entrega

O que chega na sua mão

  1. Dimensionamento de vagas e rotatividade

    • Planilha de ocupação e permanência em formato aberto
    • O memorial de cálculo do número de vagas
  2. Área de acumulação de polo gerador

    • Memorial de cálculo da área de acumulação

    Dentro do escopo do polo gerador de tráfego

  3. Terminal de integração

    • Relatório com o dimensionamento de plataforma e baia
    • Planilha de embarque e desembarque
  4. Simulação em PTV Vissim

    • Vídeo da simulação
    • Indicadores por cenário
    • Memorial de calibração

Perguntas frequentes

Não. O dimensionamento calcula quantas vagas o uso exige, a partir da ocupação e do tempo de permanência medidos em campo. A simulação testa como a fila se comporta na cancela e na busca de vaga, cenário a cenário, antes de qualquer obra. Estacionamento pequeno costuma resolver só com o dimensionamento; a simulação entra quando o volume ou o layout deixam dúvida sobre o comportamento da fila.

Não. Terminal pequeno, com poucas linhas e baia dedicada, resolve com o dimensionamento direto da fila de embarque. A simulação entra quando mais de uma linha compete pela mesma baia no mesmo horário de pico, e a fila de uma interfere na outra.

Não. Ele entra dentro do escopo do PGT. A vaga é um dos parâmetros que enquadra o empreendimento. A área de acumulação é uma das medidas que o estudo de tráfego seguinte precisa demonstrar.

Quase nunca serve sozinha. A contagem de veículos mede o que passa na via. O estacionamento e o terminal pedem outro dado: ocupação e tempo de permanência dentro do próprio pátio ou da própria baia. As duas entram juntas quando o estudo trata da mesma área de influência.

Estacionamento e terminal têm solução dimensionada, não estimada.

Envie

  • a planta do pátio ou do terminal
  • o problema que já apareceu — vaga faltando, fila na cancela, terminal sobrecarregado

Devolvemos

  • qual desses estudos resolve o seu caso
  • a proposta com prazo
Falar com a DATAMOVE