Rampas elevadas de um trevo rodoviário convergindo sobre uma via expressa, vistas de cima

Modelagem e simulação

Macrossimulação de tráfego

O edital de uma concessão ou o termo de referência de uma rede multimodal pede a rede inteira, não um cruzamento.

A rede

O que a macrossimulação representa

A rede é um grafo de trechos e nós.

Malha viária vista do alto, em preto e branco: via expressa, viaduto e rotatórias interligadas
01

Trecho

Cada trecho carrega

  • extensão
  • faixas
  • velocidade de fluxo livre
  • capacidade
02

Nó

Cada nó carrega a restrição de conversão.

03

Zona de tráfego

As zonas de tráfego se conectam a esse grafo por conectores.

É o mesmo recorte territorial que sustenta a matriz origem-destino.

A macrossimulação trabalha com fluxo agregado por trecho, sem veículo individual.

Decide por onde a viagem passa entre rotas concorrentes; a microssimulação decide como cada veículo se comporta dentro de uma interseção.

Aplicações

O que a macrossimulação cobre

A macrossimulação decide por onde o tráfego se distribui entre rotas, terminais e modos.

  1. 01

    Rede urbana

    As quatro etapas do modelo de rede urbana são:

    1. 01Geração
    2. 02Distribuição
    3. 03Divisão modal
    4. 04Alocação

    Concessão e rede multimodal de carga ou de passageiros partem direto da alocação, com matriz e restrição próprias.

  2. 02

    Concessão

    O pedágio muda o custo de cada rota.

    O modelo leva a tarifa ao custo de cada caminho e simula a fuga de tráfego para fora do trecho pedagiado. Um exemplo de procedimento é o TRIBUT, do PTV Visum.

  3. 03

    Rede de carga

    • Restrição de via por classe de veículo
    • Rota de caminhão
    • Acesso a terminal e a pátio
  4. 04

    Rede de passageiros

    Divisão modal entre automóvel, ônibus e os demais modos, e a integração entre eles.

O modelo roda por período de referência

  • hora de pico da manhã
  • hora de pico da tarde
  • dia inteiro

Cada período tem a própria matriz de viagens.

Pular a cena

Como é feito

Como a alocação decide o caminho de cada viagem

  1. 01

    A matriz na rede

    A alocação reparte a matriz de viagens sobre os caminhos disponíveis entre cada par de zona. O critério usado muda o resultado inteiro.

  2. 02

    Todo-ou-nada

    Cada viagem segue o caminho de menor custo, sem considerar a capacidade do trecho. Serve para triagem em rede folgada.

  3. 03

    Equilíbrio do usuário

    primeiro princípio de Wardrop

    O tráfego se reparte até que nenhum motorista ganhe trocando de rota. É o método usual em rede urbana congestionada.

  4. 04

    Alocação com pedágio

    Acrescenta a tarifa ao custo de cada rota, para concessão: mede quanto tráfego desvia para a via alternativa quando a tarifa muda.

  5. 05

    Calibração e validação

    A calibração confronta o volume alocado com a contagem de campo, trecho a trecho. O critério é o GEH, referência do Design Manual for Roads and Bridges. A validação vai além dele:

    • Visita de campo.
    • Filmagem de drone.
    • Alinhamento com Waze e Google Maps.

Precisão e validação

Grade de especificação da macrossimulação

01Rede modelada
  • Trechos com extensão, faixas, velocidade de fluxo livre e capacidade
  • Nós com restrição de conversão
  • Zonas de tráfego e conectores
02Matriz de viagens de entrada

Por par de zona, por modo e por período, validada contra contagem

03Método de alocação
  • Todo-ou-nada para triagem
  • Equilíbrio do usuário em rede congestionada
  • Alocação com pedágio em concessão
04Critério de validação

GEH, referência do Design Manual for Roads and Bridges.

Validação também por

  • visita de campo
  • filmagem de drone
  • alinhamento com Waze e Google Maps
05Cenários simulados

Situação atual, futura sem intervenção e futura com intervenção, no mesmo período

06Software
  • PTV Visum
  • TransCAD

Formatos de entrega

O que chega na sua mão

  1. 01

    Relatório final

    O documento que reúne o método, os cenários simulados e a leitura dos resultados.

  2. 02

    Mapa de carregamento por cenário

    O volume alocado em cada trecho, com a espessura da linha proporcional ao fluxo, lado a lado entre os cenários comparados.

  3. 03

    Relatório de indicadores

    Volume alocado e GEH por trecho de controle, e tempo de viagem entre os pares de zona mais relevantes.

  4. 04

    Memorial de calibração

    O volume contado, o volume alocado e o GEH de cada trecho de controle, com a calibração separada da validação.

Relatório finala leitura dos resultados
Mapa de carregamento por cenárioo volume alocado em cada trecho

atualcom intervenção

Relatório de indicadorespor trecho de controle
Memorial de calibraçãode cada trecho de controle

Perguntas frequentes

Não. A macrossimulação trabalha com fluxo agregado por trecho e decide por onde a viagem passa entre rotas. A microssimulação reproduz cada veículo dentro de uma interseção ou de um corredor.

Não. A pesquisa origem-destino e a matriz origem-destino produzem a matriz de viagens. A macrossimulação, na etapa de alocação, consome essa matriz e a lança sobre a rede.

Somando o valor da tarifa ao custo de cada rota e recalculando a escolha do motorista.

Não. Cobre a área onde a decisão pode deslocar tráfego para outra rota. Interseção isolada, sem desvio de rota em jogo, fecha em análise de capacidade e nível de serviço, calculada pelo Highway Capacity Manual.

Precisa de macrossimulação para concessão ou rede multimodal?

Envie

  • o termo de referência ou o edital
  • a matriz de viagens que já existir
  • a área que a rede precisa cobrir

Devolvemos

  • o método de alocação
  • o critério de validação proposto
  • a proposta com prazo
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