
Microssimulação de tráfego Microssimulação de tráfego
O termo de referência pede microssimulação quando fila, comportamento de veículo ou movimento de pedestre decidem o resultado.
Tipos de estudo
Microssimulação é a representação de cada veículo, passo a passo, dentro de uma rede viária:
a decisão de
- acelerar
- frear
- trocar de faixa
- aceitar brecha
Daí saem
- fila
- atraso
- tempo de percurso
- ponto de conflito
01O que é medido
O que entra num modelo de microssimulação O que entra num modelo de microssimulação
Quatro dados sustentam o modelo:

Contagem volumétrica classificada
Por movimento e por classe de veículo, vinda da contagem de veículos.
Medida de campo para calibrar
Fila observada, tempo de percurso por trecho e tempo de espera nas aproximações críticas.
Plano semafórico em operação
Ciclo, estágios, entreverdes e defasagem.
Geometria da rede
Faixas por movimento, faixa de acumulação, raio de giro e rampa.
Em rede mais extensa entra também a matriz de origem e destino, da pesquisa origem-destino.
Sem a medida de campo, a simulação produz imagem, não prova.
02Como é feito
O que significa calibrar um modelo de microssimulação O que significa calibrar um modelo de microssimulação
- 01
Calibrar
Calibrar é ajustar os parâmetros de comportamento do modelo até ele reproduzir a fila e o tempo de percurso medidos em campo. Um modelo recém-montado já roda e já produz número, sem representar ainda aquele lugar.
- 02
Validar
Calibração e validação são etapas distintas. A validação testa o modelo já calibrado contra dado que ficou de fora do ajuste — outro dia de contagem, outro período, outro trecho.
- 03
Aderência
A aderência é conferida por mais de uma via:
- Estatística GEH, o critério mais usado, de referência no Design Manual for Roads and Bridges.
- Visita de campo.
- Filmagem de drone.
- Alinhamento com Waze e Google Maps.
- 04
Volume e fila
Volume sozinho não fecha a conta. Fila e tempo de percurso entram na mesma conferência: dois modelos com o mesmo volume podem ter filas diferentes.
- medido em campo
- dado da validação
- Waze e Google Maps
- simulado
- contagem por movimento
- filmagem de drone
tempo de percurso
fila
volume
03Precisão e validação
Grade de especificação da microssimulação Grade de especificação da microssimulação

- 01Dado de entrada
- Contagem volumétrica classificada por movimento
- Plano semafórico em operação
- Geometria da rede
- Fila, tempo de percurso e tempo de espera medidos em campo
- 02Escopo da rede modelada
As interseções em que a fila de uma alcança a outra, mais um trecho de folga em cada borda
- 03Parâmetros de comportamento calibrados
- Distância de segurança e sensibilidade do modelo de perseguição veicular
- Aceitação de brecha na conversão e na entrada de rotatória
- Agressividade de troca de faixa
- Distribuição de velocidade desejada
- 04Critério de validação
GEH, referência do Design Manual for Roads and Bridges.
Validação também por
- visita de campo
- filmagem de drone
- alinhamento com Waze e Google Maps
- 05Cenários simulados
Situação atual, futura sem intervenção e futura com intervenção, no mesmo período de pico
- 06Software
- PTV Vissim
- 07Formato de entrega
- vídeo da simulação
- indicadores por cenário
- memorial de calibração
- relatório final
04Pedestres e terminais
Simulação de pedestres e planos de evacuação
O pedestre não anda em faixas.
Escolhe trajetória em espaço livre, desvia de quem vem em sentido contrário e forma fila onde a largura útil aperta. A simulação de pedestres usa modelo de deslocamento em espaço contínuo.
O que se mede
- densidade por metro quadrado
- tempo de travessia
- espera na plataforma
- contrafluxo
Os gargalos costumam ser os mesmos
- escada
- catraca
- travessia estreita
- o cruzamento entre quem embarca e quem desembarca
O plano de evacuação é o caso extremo do mesmo modelo
- tempo para esvaziar
- distribuição por saída
- ponto em que a densidade trava o movimento
Entram a contagem de pedestres por acesso, a largura útil de cada rota e o tempo de acionamento. Travessia, rebaixamento de guia e rota acessível seguem a ABNT NBR 9050.
Simulação de terminais de passageiros, carga e intermodais, e de estacionamentos
Todos pedem o mesmo dado:
- chegada distribuída ao longo do pico
- tempo de atendimento observado
- geometria interna
Terminal de passageiros
A baia de embarque satura antes da via. A simulação representa a chegada de cada ônibus, o tempo parado no embarque, a manobra na baia e o bloqueio que um veículo parado impõe a quem chega atrás.
Terminal de carga
Pátio de manobra, doca e fila de caminhão, mais lento para manobrar e mais sensível ao raio de giro.
Terminal intermodal
A troca de modo entre ônibus, trem e a pé dentro do próprio terminal, no mesmo espaço e no mesmo pico.
Estacionamento
A conta é de acumulação: fila na cancela, busca de vaga, pagamento e saída concentrada no fim do evento. O número que interessa ao órgão é até onde a fila de entrada avança sobre a via pública no pico, o que dimensiona a área de acumulação e o que o estudo de polo gerador de tráfego demonstra.
05Formatos de entrega
O que chega na sua mão O que chega na sua mão
- 01
Vídeo da simulação
A rede modelada em movimento, por cenário, no período de pico.
- 02
Indicadores por cenário
Fila média e máxima, atraso por aproximação, tempo de percurso e nível de serviço. Acompanha planilha em formato aberto.
- 03
Memorial de calibração
Os parâmetros ajustados e o valor final de cada um, com os indicadores de aderência movimento a movimento. O dado da validação vem separado do que entrou na calibração.
- 04
Relatório final
O documento que reúne o método, os cenários simulados e a leitura dos resultados.
06
Perguntas frequentes Perguntas frequentes
O dado usado em cada etapa. A calibração ajusta os parâmetros até o modelo reproduzir a fila e o tempo de percurso medidos em campo. A validação testa o modelo já ajustado contra dado que ficou de fora — outro dia de contagem, outro período, outro trecho.
Não. Além do GEH, a equipe confere o modelo com visita de campo, filmagem de drone e alinhamento com Waze e Google Maps.
Até onde a fila chega, com folga. O limite útil é o conjunto de interseções em que a fila de uma alcança a outra, mais um trecho de folga em cada borda. Ampliar além disso aumenta o custo sem mudar a resposta, porque cada trecho novo exige o próprio dado de campo.
Não. A análise de capacidade e nível de serviço, pelo Highway Capacity Manual, resolve interseção isolada com memorial conferível linha a linha. A microssimulação entra quando fila e interação entre veículos decidem o resultado.
Precisa de microssimulação com calibração documentada? Precisa de microssimulação com calibração documentada?
Envie
- o termo de referência
- a área de estudo
- o dado de campo que já existe
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Devolvemos
- o escopo da rede modelada
- o critério de validação proposto
- a proposta com prazo
